sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Aos desafetados, o afeto.


Aos desafetados, o afeto. Ponto intocável em espaço não existe. Sendo assim, tudo aquilo que é, é em estado de afeto. Pense então num dado Humano Ser, conjunto de pontos, finitas variáveis de observação-manifestação. Humano ser, por que é, de fato, e afetado por definição primária, dotado de capacidade. Defino, nessa análise, que, para o autor, desejo é combustível da capacidade-ferramenta, mero utilitário que dá forma e direcionamento à matéria. Não sejamos ingênuos de limitar Humano Ser pelo acessório [C-F], mas valorosos ao reconhecê-la como utilitário essencial para a categorização do mesmo, e, diria, até da própria taxonomia. Não é possível aceitar, dessa forma, os desafetados. São, para essa lógica linear em formato de dominó, apenas ícones hipotéticos de um universo meramente onírico ou imaginário. Praticamente não cabe a existência de tal no mundo do Humano Ser, o afeta-do(r), Complexas decomposições para complexas, ou criativas, capacidades de leitura. Se há unidade crente na existência própria, ou alheia, de desafeto, essa, a unidade, está longe de compreender a possibilidade de visão aqui destacada, não que essa seja uma privilegiada cobertura com vista para o mundo dos dotados de [C-F], já que as consequências dessa (pre)rogativa não tendem a nos levar à um caminho de comunhão com a paz ou à estagnação, mas dinamizar o sistema apresentado. Por fim, Humanos Seres sejam com suas [C-F] afetados e afeta-do(res).

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